quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Oportunidade! Curso sobre TI e Sustentabilidade no IFS campus Socorro

Saudações Ecológicas!

Como deve ser de conhecimento geral, dos dias 21 a 25 de outubro ocorrerá a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Instituto Federal de Sergipe. O evento multicampi reunirá palestras, oficinas, minicursos, apresentações de trabalho e uma série de outras atividades voltadas ao tema da SNCT 2019: "Bioeconomia: diversidade e riqueza para o desenvolvimento sustentável".
No entanto, no dia 24 de outubro, as ações serão centralizadas em cada campus. Em Socorro, o IFS também contará com minicursos, palestras e oficinas voltadas ao supracitado tema.

Puxando brasa à minha sardinha, este que vos fala estará ministrando o minicurso "Tecnologia da Informação e Sustentabilidade: um olhar a partir dos 7 R's". As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas em http://publicacoes.ifs.edu.br/index.php/eventos conforme as imagens abaixo.




Lhes vejo lá!

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Lixo eletrônico pode ajudar pessoas em situação de rua


Os fios, cabos, celulares quebrados, computadores e outros itens eletrônicos que não têm mais utilidade estão sendo utilizados há seis anos pelo projeto social Instituto Forte para ajudar na ressocialização de pessoas em situação de rua em Guarulhos, na Grande São Paulo. Através da reciclagem do lixo eletrônico, quem é assistido pelo projeto consegue não só alimentação, como emprego e renda. 

O voluntário Luiz Fernando de Paula explica que o grupo surgiu após membros da igreja Bola de Neve identificarem que a doação de alimento às pessoas em situação de rua não era suficiente. “Doávamos sopa e comidas, no projeto ‘Pão da Vida’, mas surgiu a ideia de acolher essas pessoas. Então, alugamos uma casa e montamos esse instituto”, relembra o voluntário em entrevista ao Terra durante a 12ª Brasil Game Show (BGS). 

Ainda de acordo com Luiz Fernando, após o acolhimento, o membro da casa inicia um processo de ressocialização. “Essas pessoas deixam o instituto com o emprego arrumado, uma casa alugada. Fazemos todo esse processo. O principal objetivo é reciclar vidas que por alguma situação chegaram a ficar em situação de rua, seja por droga, bebida ou qualquer outro motivo”, acrescenta. 

As doações, retiradas pelo próprio Instituto Forte, servem como emprego e ajudam a pagar os custos do centro de acolhimento, a arcar com a manutenção da casa e na alimentação de quem reside por lá. Quando o lixo eletrônico chega ao local, são os moradores quem separam o que vai ser vendido a empresas parceiras.

Atualmente, 18 pessoas vivem no local. Em seis anos de projeto, mais de 50 já foram reinseridas à sociedade. 

O interessado em fazer a doação de lixo eletrônico pode entrar em contato com o Instituto Forte pelo Facebook e Instagram. Assim, também é possível realizar o agendamento para a retirada da doação. 


Para a equipe, marcar presença na BGS é fundamental para que a casa cresça em número de moradores e em grupos de vulnerabilidade como mulheres e crianças. “A gente veio para a feira para expandir. Estamos querendo aumentar a casa e precisamos divulgar esse projeto para que mais pessoas doem a gente consiga ajudar ainda mais gente”, finaliza o voluntário.

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sábado, 5 de outubro de 2019

Cloud Computing reforça a prática da TI Verde para reduzir impactos ambientais e tornar negócios mais sustentáveis

As estratégias das companhias para terem negócios mais sustentáveis com a prática do conceito de TI Verde ganham reforço com Cloud Computing (Computação em Nuvem). O estudo “The Enabling Technologies of a Low-Carbon Economy- a Focus on Cloud Computing”, realizado pela Global e-Sustainability Initiative (GeSI) revelam que uso de servidores em Nuvem diminui o impacto ambiental nas organizações, gerando uso mais eficiente de energia e redução da emissão de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera. São medidas que o planeta agradece.

O levantamento da GeSI sobre o impacto da Cloud Computing nas ações de TI Verde foi realizado em 21 países, incluindo o Brasil. Uma das conclusões foi de que a Nuvem pode reduzir em mais de 90% o número de servidores que rodam internamente nas empresas.

Ao colocar a lupa no mercado brasileiro, a entidade calculou que se 80% das organizações locais transferirem as aplicações de e-mail, de gerenciamento com o cliente (CRM) e ferramentas de colaboração corporativa, há potencial para uma poupança de 1,704 Gigawatt-hora (GWh) do consumo de energia ao ano.

Com base nessa estimativa, essas empresas teriam uma economia anual nos gastos de luz da ordem de US$ 256 milhões. A migração das três aplicações para Nuvem reduziria também a emissão 123 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

Outro estudo sobre os benefícios da Cloud Computing para iniciativas de sustentabilidade aponta que o consumo de TI na modalidade de serviço pode reduzir em até 30% os gastos com energia e a emissão de CO2 das companhias, na comparação com o modelo tradicional on-premises, com servidor local.

Os dados indicam que a Cloud Computing é uma grande aliada das empresas para tornar seus negócios mais sustentáveis e reforçar ações de TI Verde.

O que é TI Verde

Com o aquecimento global, existe uma pressão forte no mercado para que as companhias poupem recursos naturais e sejam mais amigas do meio ambiente. Os departamentos de TI se tornaram agentes das iniciativas de sustentabilidade. Eles têm a missão de entregar soluções para os negócios que gerem menos poluição e também promover mudanças em sua área, já que os Data Centers estão entre os maiores consumidores de energia.

O conceito “Green IT” ou TI Verde, que é uma tendência mundial, foi criado para diminuir o impacto dos recursos tecnológicos no meio ambiente. A prática TI Verde envolve uma série de ações que vão desde o uso mais eficiente de energia, recursos e insumos na produção de equipamentos e reciclagem, reúso e descarte politicamente correto dos computadores.

A TI Verde engloba também o cumprimento da legislação ambiental e desenvolvimento de planos para eliminação ou diminuição da agressão ambiental.

Num primeiro momento, as empresas adotaram a virtualização para reduzir o impacto ambiental, com a consolidação dos Data Centers que aumentou a eficiência energética. Depois veio a Cloud Computing, que permite um melhor racionamento dos recursos de TI. Com o serviço e sob demanda, a empresa não fica com máquinas ligadas, gastando energia sem que sejam utilizadas.

Negócios sustentáveis em Cloud

Além de reforçar as estratégias de TI Verde, a Cloud Computing está apoiando outras ações de sustentabilidade nas companhias. Veja a seguir algumas delas:

Menos desmatamento de florestas

– Com a digitalização e armazenamento de documentos em Nuvem, que podem ser consultados a qualquer momento, há uma redução das impressões e arquivos em papel dentro das empresas. Algumas criaram ações para digitalização de documentos e racionamento das impressões.Trabalho remoto

– A disseminação dos dispositivos móveis e de Cloud Computing, possibilita que os funcionários trabalhem em qualquer lugar, sem precisar se deslocar para comparecer todos os dias à sede da companhia. São menos carros, ônibus e pessoas nas ruas, o que contribui para redução dos rastros de carbono na atmosfera.

Reuniões virtuais

– Pelos sistemas de videoconferência em Nuvem, muitas viagens podem ser substituídas pelas reuniões virtuais. Existem várias ferramentas de comunicação e colaboração em Cloud que evitam deslocamentos de carro ou avião para encontros de negócios.

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domingo, 22 de setembro de 2019

Quase todo lixo eletrônico do Brasil é descartado de maneira errada

Dezoito meses é o tempo médio de vida de um novo smartphone. Conforme um novo aparelho chega às lojas, outros tantos são aposentados e, assim, o que era um artigo quase fundamental, vira um problema.
O mesmo acontece com computadores, televisões, videogames e câmeras fotográficas: no final, sobram 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico todo ano, o equivalente a 4,5 mil torres Eiffel.
A estimativa é que, em média, sejam descartados 6,7 quilos de lixo eletrônico para cada habitante do nosso planeta. No Brasil, o problema não é menor. Sétimo maior produtor do mundo, com 1,5 mil toneladas por ano, estima-se que em 2018 cada um de nós jogará fora pelo menos 8,3 quilos de eletrônicos.
Apesar de um estudo com números de 2016 ter demonstrado que o reaproveitamento do material descartado naquele ano poderia render R$ 240 bilhões de reais em todo planeta, apenas 20% do lixo eletrônico do planeta é reciclado. Por aqui, somente 3% são coletados da forma adequada.
[...]
O governo da Noruega explica como consegue dar um destino apropriado para 74% dos equipamentos descartados, mesmo sendo um dos líderes mundiais na produção relativa desse tipo de resíduo, com 27 quilogramas por habitante/ano.
Não existe segredo. Até a metade da década de 1990, 90% do lixo eletrônico era alocado em aterros sanitários, incinerado ou reutilizado sem tratamento, expondo as pessoas aos perigosos produtos químicos.
Isso começou a mudar no final daquela década, quando o governo local começou a implementar regulamentações que obriga a indústria e importadores, maioria por lá, a coletar baterias e eletrônicos velhos dos consumidores que não os querem mais, sem custos.

Para isso, as companhias firmam parcerias com empresas especializadas, que são minuciosamente reguladas e inspecionadas pelo órgão ambiental norueguês. Junto com os municípios, são os responsáveis por instalar pontos de coletas, comunicar à população, cuidar do armazenamento, e encaminhar para a reciclagem.

A ideia é que o ciclo se complete, sendo reaproveitado como matéria-prima seja dentro ou fora do país. “Os resíduos mais perigosos, como mercúrio e chumbo, nós tratamos dentro do país. O que não é, é vendido para todo o mundo”, afirma Ole Thomas Thommesen, conselheiro sênior para Resíduos e Reciclagem na Agência Norueguesa para o Meio Ambiente.

Apesar do sucesso, é importante considerar que toda a Noruega, com seus cinco milhões de habitantes, tem metade da população da cidade de São Paulo. No Brasil a questão é abordada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, considerada uma das mais avançadas do mundo, por se apoiar na responsabilidade compartilhada em que cada um dos envolvidos, do consumidor ao fabricante, são encarregados por uma parte da logística reversa.



Mas falta combinar com todo mundo. Faltam dados sobre origem e destino desses resíduos, tornando difícil o gerenciamento do volume. Do que é coletado, porém, grande parte deste descarte é feito em armazéns e locais sem o devido licenciamento ambiental, ignorando as necessárias medidas para reduzir os riscos de contaminação ambiental.
Thommesen reconhece que em seu país é bem mais fácil aplicar tal política pois, segundo ele, a corrupção é baixa e é fácil para o governo impor regulamentações. “Mas não é impossível fazer nos outros países, só precisa conseguir forçar as companhias a fazerem o que devem fazer”, diz. “As empresas não querem fazer, por que isso custa dinheiro, então você tem que encontrar meios para isso. Essa é a parte mais difícil.”
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domingo, 15 de setembro de 2019

Economia de energia é fundamental para se ter um data center sustentável

A máxima segundo a qual por trás de uma grande empresa existe sempre um data center bem estruturado e com tecnologias de ponta procede. Mas é preciso também pensar na infraestrutura que esse espaço necessita, como a climatização para que os servidores não superaqueçam e possam rodar na mais perfeita ordem. Garantir a funcionalidade dos equipamentos de forma correta aumenta a confiabilidade, segurança e eficiência do sistema e ainda contribui para evitar falhas de hardware, muito comuns quando ocorre o superaquecimento.

O único problema é que o tipo de climatização necessária dentro do data center consome muita energia. Por isso já existem muitos conceitos sobre o impacto do data center no meio ambiente, desde o lixo eletrônico, consumo exacerbado de energia elétrica, consumo de água por parte do ar-condicionado e por aí vai.

Segundo o Greenpeace, os data centers e os equipamentos de computação em geral consomem 1,5% da energia global e emitem cerca de 2% dos gases do efeito estufa. Levando isso em conta, é mais do que necessário considerar a preservação do meio ambiente dentro do data center.

Os custos de energia e climatização representam cerca de 45% do total de consumo de energia de um data center. Como o custo da energia está alto, manter um sistema antigo pode ser desfavorável para uma empresa. Existem diversas soluções disponíveis no mercado para adequar a companhia em um modelo de data center sustentável.

Utilizar energia somente a partir de fontes renováveis é uma das soluções, além de assegurar tempo operacional e acessibilidade; maximizar o consumo de energia; planejar e otimizar as operações e possibilitar o gerenciamento eficaz dos racks e CPUs.
São soluções simples e possíveis de se implementar. É importante frisar que a sustentabilidade é transversal e deve ser natural. Tudo o que melhora a eficiência do sistema de consumo de energia é sustentável e, portanto, vale a pena investir para depois economizar!

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Fonte: https://computerworld.com.br/2017/04/04/economia-de-energia-e-fundamental-para-se-ter-um-data-center-sustentavel/


sábado, 7 de setembro de 2019

Fairphone: um caso de ética e sustentabilidade ambiental na TI


"Eu não preciso do melhor celular do mundo; 
eu preciso do melhor do mundo em meu celular."
(Eva Gouwens - Fairphone CEO)

Saudações Ecológicas!

Se você conferiu a última postagem deste blog (https://tiverdeifs.blogspot.com/2019/09/guia-de-eletronicos-verdes.html) deve ter notado que, em primeiro lugar no Guia de Eletrônicos Verdes do Greenpeace, está a Fairphone.

E aí, você se pergunta: "tá...mas o que é a Fairphone? Eu nunca ouvi falar nesta empresa!".

É, eu também não. Mas tão logo eu a descobri no Guia, fui buscar mais informações sobre.

A Fairphone é uma empresa holandesa fundada em 2013 com o objetivo de elaborar "o primeiro smartphone ecorresponsável do mundo". O aparelho tornou-se célebre na Europa graças à sua cadeia produtiva que prima pela ética e pela sustentabilidade ambiental.



Sua primeira versão foi lançada em 2014 e a segunda no final de 2015. Até então, a empresa tinha vendido cerca de 100 mil exemplares. 

Em 2017 o projeto foi subitamente encerrado por falta de verba mas, em agosto de 2019, voltou a todo vapor, lançando sua terceira geração. 

O visual do aparelho é simples. Não ter uma "tela infinita" e possuir bordas relativamente grossas não são problemas para a empresa, uma vez que sua proposta não contempla designs inovadores. A preocupação da Fairphone é, como o próprio nome indica, ser justo tanto socialmente quanto ambientalmente. 

E por que o Fairphone se autointitula como ecorresponsável? Consegui identificar, ao menos, sete razões:

1) Modularidade: a Fairphone produz smartphones em sete módulos, o que facilita sua desmontagem e reparação rápida, diminuindo a necessidade de trocar o aparelho inteiro caso alguma peça específica pare de funcionar. A ideia é reduzir a quantidade de lixo eletrônico proveniente da troca contínua de aparelhos celulares.


2) Não utilização de minérios provenientes de zonas de conflito: estanho, tungstênio, tântalo e ouro. A origem desses minérios é, em boa parte, oriunda de minas que financiam conflitos, escravidão, trabalho infantil ou grupos armados, principalmente em países da África Central (veja imagem abaixo), como Congo, Ruanda e Angola. A Fairphone procura reconectar a cadeia de suprimentos, ou seja, buscar novas fontes destes minérios fora de regiões hostis, evitando o patrocínio indireto desses conflitos.

3) Caminho inverso à obsolescência programada: os produtos eletrônicos costumam ser concebidos com uma duração pré-definida. De acordo com Ricardo Mansur, especialista em governança de TI Verde, um aparelho de TI é elaborado para durar, em média, 5 anos. Somado a isso, a tendência ao consumismo induz às pessoas a quererem possuir sempre as últimas versões dos aparelhos de TI mesmo que os seus atuais estejam em boas condições. A Fairphone acredita em um mercado de celulares mais duradouros e resistentes, de modo que seus usuários possam permanecer mais tempo com seus aparelhos em uso, visando diminuir a frequência de descartes. Essa medida vai de encontro a gigantes como a Apple e a Samsung que costumam lançar mais de um aparelho por ano. A Fairphone luta contra isso e busca produzir aparelhos celulares que durem mais do que a supracitada média indicada por Mansur. De acordo com a empresa, seus smartphones possuem uma vida útil entre 8 e 10 anos.


4) Preocupação com o gasto de energia elétrica: como já salientado na postagem do dia 17 de agosto de 2019 (https://tiverdeifs.blogspot.com/2019/08/a-tecnologia-e-os-dilemas-do-consumo-de.html), uma das principais preocupações hodiernas das empresas de TI é o gasto com energia elétrica. A tendência é que em 2020, o consumo de energia elétrica aumente em até 60% do que era consumido em 2007. As empresas de TI já são responsáveis por 3,7% do dióxido de carbono emitido anualmente na atmosfera, correspondendo a cerca de 830 milhões de toneladas deste gás. Nesse sentido, os aparelhos da Fairphone são projetados para possuírem baterias duráveis com até dois dias e meio de pleno funcionamento sem necessidade de recarga. Esse período pode ser ainda maior caso o smartphone não seja utilizado constantemente. 

5) Utilização de materiais reciclados: um dos principais pilares da sustentabilidade ambiental é a reciclagem de materiais. A Fairphone segue-o e utiliza-se de materiais reciclados em seus componentes, principalmente o plástico e o cobre. 

6) Incentivo à logística reversa: a Fairphone incentiva que o usuário entregue o aparelho antigo na compra de um novo para que a maior parte das peças possa ser reaproveitada. Este processo é chamado de trade-in. A empresa ainda afirma que os clientes que compraram produtos anteriores e reciclaram algumas de suas peças, poderão adquirir a terceira versão com desconto.

7) Condições justas de trabalho: um dos grandes autores da temática da sustentabilidade é John Elkington. Ele afirma que a sustentabilidade se dá na interseção de três vertentes: a qualidade ambiental; o desenvolvimento econômico; e a justiça social. Esta última também é atendida pela Fairphone. Dentro de seu processo produtivo, a empresa busca fornecer condições laborais justas para a força de trabalho ao longo da cadeia produtiva. O cuidado com a saúde e a segurança bem como o pagamento justo aos seus funcionários são, segundo estes, exemplares.

Atualmente, os smartphones da Fairphone são vendidos exclusivamente pelo site da empresa (https://www.fairphone.com/en/) por € 450 (cerca de R$2.000,00). Infelizmente, apenas algumas regiões da Europa estão sendo contempladas com as vendas, não havendo, ainda, a possibilidade de envio do aparelho para o Brasil.


Quer saber mais? Confira!












terça-feira, 3 de setembro de 2019

Guia de Eletrônicos Verdes


Saudações Ecológicas!

De 2006 a 2012, o Greenpeace (www.greenpeace.org) publicou periodicamente o Guide to Greener Electronics ou Guia de Eletrônicos Verdes. Sua ideia era de divulgar um tabela conceitual de empresas de Tecnologia da Informação que seguiam ou não alguns critérios sustentáveis básicos na produção, uso e descarte dos seus equipamentos. Objetivo? Conscientizar tanto as próprias empresas como os seus clientes. Ou seja: TI Verde pura!
Em 2017, o grupo voltou a publicar o Guia. Nos resultados finais, "F" indica menor nível de sustentabilidade e "A" maior nível de sustentabilidade.

Os critérios utilizados foram o seguintes:

Energia: Redução da emissão de gases de efeito estufa mediante eficiência energética e uso de fontes renováveis;
Consumo de recursos: Design sustentável e uso de materiais recicláveis;
Produtos químicos: Eliminação de substâncias químicas perigosas tanto do próprio produto quanto da fabricação deste.


Eis o resultado!